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Você é quem diz ser?

Biometria facial: a tecnologia que está invadindo empresas, celulares e facilita negócios pelo mundo


Há alguns anos, entrar em uma sala secreta por meio de leitura facial e dados biométricos era cena de filme, pura ficção científica. Hoje o simples fato de desbloquear o celular com o nosso rosto já é algo corriqueiro.


Os brasileiros adoram essa facilidade. Uma pesquisa da Visa, em parceria com a AYTM Market Research, demonstrou que 48% dos entrevistados acham a biometria mais segura do que as senhas, por exemplo. E é mesmo. Cada um de nós possui traços fisionômicos únicos, fator explorado pela tecnologia de biometria facial, que efetua o mapeamento de vários pontos do nosso rosto - como largura do nariz, distância entre os olhos e tamanho dos lábios, entre outros. Testado mundialmente em processos críticos como o de segurança nacional, o método consagrou-se como fórmula de verificação de identidade. Essa é a tecnologia usada na assinatura eletrônica avançada que a Confia oferece.


“Por ser um processo de simples utilização, a biometria facial é muito atrativa. Outro benefício desse tipo de biometria é que, além de fazer o mapeamento do rosto para a identificação, é possível capturar outros dados como gênero, idade, sentimentos [no momento da captura] e movimento, que podem ser utilizados como um fator a mais de segurança”, afirma o diretor de tecnologia da Confia, Marcelo Pontes.


O especialista em biometria facial Danny Kabiljo explica que esse tipo de biometria é o escolhido por empresas e serviços governamentais por diversas vantagens: “Dentre todas as tecnologias de biometria, a facial é a única que não necessita de um equipamento específico, apresenta fácil utilização e é pouco intrusiva, objetivando sempre a menor interferência na rotina da pessoa que está sendo identificada. As tecnologias de biometria facial mais modernas mapeiam mais de 1024 pontos na face, onde a maioria está referenciada na estrutura óssea, tornando a identificação mais perene e tendo menor interferência com o passar dos anos”.


Durante a pandemia diversas empresas investiram nesse sistema para o registro de ponto dos funcionários, já que não é necessário tocar em nenhuma superfície e o risco de contágio do coronavírus diminui substancialmente. Outro exemplo que deve transformar a vida de milhares de pessoas é a implementação da prova de vida digital do INSS. Os segurados, gradualmente, não precisarão mais ir a uma agência para provar que ainda têm direito ao benefício. No projeto piloto, iniciado neste ano, tudo é feito por meio de um aplicativo e biometria facial. “As pessoas podem fazer a prova de vida sem sair de casa, pelo celular de uma forma simplificada, por um único aplicativo. Estamos confiantes de que a maior parte da população vai conseguir fazer o procedimento de forma clara e acessível”, explicou o presidente do INSS, Leonardo Rolim, em recente entrevista (saiba mais aqui).


As vantagens podem ser encontradas em vários ramos que utilizam essa tecnologia, seja para controle de ponto, acesso ao celular, a salas privativas ou nas assinaturas eletrônicas avançadas, como é o caso da Confia. Assinar um documento por meio da sua selfie, com parâmetros tecnológicos da biometria facial, é seguro, prático e rápido. Para proteger cada novo ato de assinatura, o aplicativo exige que a pessoa tire uma selfie para garantir que ela é quem diz ser.


“Utilizamos uma tecnologia que vincula a identificação facial da pessoa ao certificado digital. Assim, evitamos o uso de uma senha para a certificação, já que senhas podem ser esquecidas, copiadas ou roubadas. Nossos certificados sempre vêm atrelados ao CPF do signatário de maneira única e exclusiva: em qualquer transação, é necessário passar por um processo de reconhecimento facial, o que torna o processo muito mais seguro. Na prática, impossibilitamos que a assinatura seja feita por um terceiro que possua o CPF e senha de alguém”, esclarece o diretor de tecnologia da Confia, Marcelo Pontes.